Vida Saudável

terça-feira, 5 de janeiro de 2016







As festas de final de ano já acabaram.. Está na hora de desintoxicar o organismo!!






Em meio à correria, falta de tempo e as obrigações do dia a dia, muitas vezes recorremos a comidas do tipo fast food, semi prontas, processadas ou refinadas, com a consequente ingestão de gordura ou químicos como conservantes.
Mas essas não são as únicas toxinas que assimilamos, além dessas também somos expostos às que estão espalhadas no meio ambiente, como a fumaça do cigarro, a água contaminada, metais pesados e outros químicos
Resultado: células inflamadas, resistência baixa, cansaço, pele opaca e peso extra. “O corpo elimina naturalmente as toxinas pela transpiração, respiração, fezes e urina. Só que às vezes o acúmulo dessas substâncias é tão grande que é preciso dar uma forcinha fazendo uma dieta desintoxicante.
Por isso, nada melhor do que começar essa faxina no organismo. Além de dar uma afinada nas formas, você ainda combate o inchaço e diminui celulite.


Confira abaixo 10 dias para desintoxicar o organismo:

1. Evite industrializados
Na desintoxicação, até mesmo a versão light dos molhos industrializados deve ser eliminada do cardápio, pois tem grande quantidade de sódio e gordura. Fique com os temperos naturais. “O vinagre de maçã e o de limão, por exemplo, trazem substâncias antioxidantes e fortalecem a imunidade, deixando o organismo mais ativo contra as toxinas. Já o azeite de oliva lubrifica o intestino, otimizando a eliminação dessas ‘sujeiras’, e ainda acelera as funções metabólicas”.
2. Experimente a farinha de banana verde
A nova febre nas lojas de produtos naturais favorece a flora intestinal. A fama tem a ver com o tipo de amido, que chega intacto ao intestino e produz substâncias que alimentam as bactérias benéficas e formam uma barreira contra as intrusas. Com isso, os nutrientes são bem absorvidos e você espanta a fome. Use a farinha de banana verde no lugar da tradicional, no preparo de pratos como bolo e torta.

3. Aposte em frutas cítricas

A turma da acerola, kiwi, caju, limão e laranja, por meio de um composto chamado limonoide, faz com que o fígado libere mais toxinas do organismo. “Esse efeito pode ser conseguido com a fruta consumida in natura ou usada no preparo de peixes, sucos ou saladas”.

4. Coma alimentos crus

Pelo menos 50% do prato de uma refeição deve ter opções frescas e cruas. “Dessa forma, você garante a ingestão de uma boa quantidade de itens desintoxicantes, como fibras e água.

5. Coloque uma folha de couve no cardápio

Na salada, no suco ou refogada, ela estimula as enzimas que neutralizam as toxinas. “Vale lembrar que a verdura ainda é rica em vitaminas do complexo B, que facilitam o metabolismo da proteína, do carboidrato e da gordura.

6. Tome chá de hibisco

A bebida ajuda a reduzir a retenção de líquido. De quebra, ainda potencializa a queima da gordura, pois combina vitamina C, cálcio e antocianina. Faça assim: coloque 1 col. (chá) de hibisco em 1 xíc. (chá) de água quente e abafe por cinco minutos. Depois, coe e beba em jejum no café da manhã.

7. Beba muito líquido

Ao longo do dia, o hábito é fundamental na eliminação de toxinas por meio do suor, das fezes e da urina. Aqui, vale água, chá ou suco natural, sopa e até alimentos aquosos, como melancia, melão, alface e pepino.

8. Invista em chá verde com gengibre

Ele acelera o processo de desintoxicação e o metabolismo. Aqui vai a receita: ferva por três minutos 1 pedaço (3 centímetros) de gengibre em 1 litro de água, desligue o fogo, acrescente 3 col. (sopa) de chá verde e abafe por 15 minutos. Coe e beba ao longo do dia.

9. Adicione maçã e brócolis à dieta

Eles amenizam os estragos causados pelas toxinas. “Tanto a maçã quanto o brócolis são boas fontes de antioxidantes, que evitam a formação dos radicais livres e diminuem os efeitos do envelhecimento e o aparecimento de doenças degenerativas, como o câncer.

10. Consuma fibras

Encontradas na farinha de trigo, no macarrão e no arroz integral, elas varrem as toxinas para fora do organismo. Além disso, favorecem o bom funcionamento do intestino, outro que ajuda nessa limpeza.


Confira 11 alimentos que desintoxicam seu organismo:


  

Michelle Melo 
Graduanda de Enfermagem (UFMG)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Sua pressão arterial é saudável??

Saiba tudo sobre: Hipertensão 

Causas, sintomas, consequências e tratamentos

Você sabia???

              Cerca de 20% da população brasileira é portadora de hipertensão, sendo que 50% da população com obesidade tem a doença. A hipertensão pode acontecer quando nossas artérias sofrem algum tipo de resistência, perdendo a capacidade de contrair e dilatar, ou então quando o volume se torna muito alto, exigindo uma velocidade maior para circular. Hoje, a hipertensão é a principal causa de morte no mundo, pois pode favorecer uma série de outras doenças.

O que é???

Quando o seu coração bate, ele contrai e bombeia sangue pelas artérias para o resto do seu corpo. Esta força cria uma pressão sobre as artérias. Isso é chamado de pressão arterial sistólica, cujo valor normal é 120 mmHg (milímetro de mercúrio). Uma pressão arterial sistólica de 140 ou mais é considerada hipertensão. Há também a pressão arterial diastólica, que indica a pressão nas artérias quando o coração está em repouso, entre uma batida e outra. Um número normal de pressão arterial diastólica é inferior a 80, sendo que igual ou superior a 90 é considerada hipertensão.

Causas:

A hipertensão é herdada dos pais em 90% dos casos. Em uma minoria, a hipertensão pode ser causada por uma doença relacionada, como distúrbios da tireoide ou em glândulas endocrinológicas, como a suprarrenal. Entretanto, há vários outros fatores que influenciam os níveis de pressão arterial, entre eles:

  • Fumo
  • Consumo de bebidas alcoólicas
  • Obesidade
  • Estresse
  • Grande consumo de sal
  • Níveis altos de colesterol
  • Falta de atividade física
  • Diabetes
  • Sono inadequado.
Sintomas:

Os sintomas da hipertensão costumam aparecer somente quando a pressão sobe muito: podem ocorrer dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

Consequências:

A hipertensão pode ser dividida em três estágios, definidos pelos níveis de pressão arterial. Esses números, somados a condições relacionadas que o paciente venha a ter, como diabetes ou histórico de AVC, determinam se o risco de morte cardiovascular do paciente é leve, moderado, alto ou muito alto. Além disso, quanto mais alta a pressão arterial, maior a chance de o paciente precisar usar medicamentos.

  • Estágio I: hipertensão acima de 140 por 90 e abaixo que 160 por 100
  • Estágio II: hipertensão acima de 160 por 100 e abaixo de 180 por 110
  • Estágio III: hipertensão acima de 180 por 110.
Tratamentos:
A hipertensão não tem cura, mas tem tratamento para ser controlada. Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente, que depende das comorbidades e medidas da pressão. É importante ressaltar que o tratamento para hipertensão nem sempre significa o uso de medicamentos - mas se estes forem indicados, ela deve aderir ao tratamento e continuar a tomá-lo mesmo que esteja se sentindo bem. Mas mesmo para quem faz uso de medicação é imprescindível adotar um estilo de vida saudável:
  • Manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares
  • Não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos
  • Praticar atividade física regular
  • Aproveitar momentos de lazer
  • Abandonar o fumo
  • Moderar o consumo de álcool
  • Evitar alimentos gordurosos
  • Controlar o diabetes 


Entenda o que é pressão alta no link a seguir:




Escrito por: Michelle Melo
Graduanda em Enfermagem (UFMG)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Tomar remédios por conta própria pode apresentar riscos à saúde!!!

Você sabia???

Uso irracional de medicamentos pode agravar doenças, comprometer eficácia dos tratamentos, além de gerar risco de reações alérgicas, dependência e até mesmo morte.Os medicamentos são a principal causa de intoxicação no Brasil, segundo dados do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas), da Fundação Oswaldo Cruz, ficando à frente de produtos de limpeza, agrotóxicos e alimentos estragados.


Boa parte desses acidentes ocorrem devido à automedicação, que é a utilização de medicamentos por conta  própria  ou  por  indicação  de  pessoas  não habilitadas,  para tratamento de doenças cujos sintomas são “percebidos” pelo  usuário, sem  a avaliação  prévia  de  um  médico.
É por isso que, ainda de acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) , os analgésicos, os antitérmicos e os antiinflamatórios representam as classes de medicamentos que mais intoxicam.O uso de remédios de forma incorreta pode agravar a doença ao esconder determinados sintomas. Se o remédio for antibiótico, o uso abusivo pode gerar o aumento da resistência de microorganismos, o que compromete a eficácia dos tratamentos.Outra preocupação em relação ao uso do remédio se refere à combinação inadequada - o uso de um medicamento pode anular ou potencializar o efeito do outro. O uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode causar, ainda, reações alérgicas, dependência e até a morte.

Tipos de Uso Irracional de Medicamentos

  • Uso abusivo de medicamentos (polimedicação);
  • Uso inadequado de medicamentos antimicrobianos, freqüentemente em doses incorretas ou para infecções não-bacterianas;
  • Uso excessivo de injetáveis nos casos em que seriam mais adequadas formas farmacêuticas orais;
  • Prescrição em desacordo com as diretrizes clínicas;
  • Automedicação inadequada, frequentemente com medicamento que requer prescrição médica.


Principais prejuízos:


- Atraso no diagnóstico e tratamento adequado, intoxicação, reações alérgicas e agressões a alguns sistemas do corpo humano. Os antiinflamatórios possuem diversos efeitos colaterais, que incluem: efeitos no trato gastrointestinal (náuseas, vômitos, doença péptica), efeitos dérmicos, oculares e renais e efeitos sobre o sistema nervoso central.


Com isso...


A orientação do Ministério da Saúde é que sempre se procure um médico ao desconfiar sobre qualquer problema de saúde.
Evite recomendações de vizinhos, amigos, parentes ou mesmo de balconistas de farmácias ou drogarias.
Na consulta, informe ao médico se você já utiliza algum medicamento e se faz uso freqüente de bebidas alcoólicas.
Já na hora de adquirir medicamentos de venda livre - considerados de baixo risco para tratar males menores e recorrentes, como dor de cabeça - procure orientações do farmacêutico.


   


                               Escrito por: Michelle Melo 
Graduanda em Enfermagem (UFMG)




terça-feira, 22 de dezembro de 2015


                                      

                                         Você sofre de insonia??

Veja as possíveis causa e algumas dicas para se livrar da insônia!!!

Possíveis causas:

A dificuldade para dormir também pode ser um sintoma ou efeito colateral de outro problema. Esse tipo de insônia é frequentemente sintoma alguns tipos de problemas de causas internas, como doenças emocionais, neurológicas ou mesmo sistêmicas.
Transtornos emocionais que causam dificuldade para dormir:
Além disso, existem fatores externos que podem causar a dificuldade para dormir como:
  • Estresse da vida cotidiana
  • Alterações de turnos de trabalho em que haja alterações do ciclo circadiano
  • Poluição sonora: há diversos estudos apontando o prejuízo dos ruídos na qualidade do sono
  • Poluição luminosa: pois é importante também uma diminuição dos estímulos luminosos para um repouso adequado
  • Dormir fora de casa: muitas pessoas tem dificuldade em se adaptarem em dormir fora de sua própria cama
  • Uso de alguns medicamentos
  • Hábitos alimentares, como comer muito antes de dormir
  • Atividades excitantes antes de dormir: como reuniões, preparação de projetos, apresentações, brigas, conflitos
  • Uso de substâncias tóxicas, uso de drogas excitantes.

Dicas para tentar se livrar da insônia:

Algumas mudanças simples no estilo de vida podem ajudar a combater a insônia, mesmo quando ela for crônica:
- Limite o consumo de cafeína presente no café, chás, colas, chocolates, etc. Até a cafeína usada como ingrediente de alguns alimentos pode prejudicar o sono das pessoas mais sensíveis;
- Converse com seu médico sobre os remédios que esteja usando. Certos medicamentos descongestionantes podem ser tão estimulantes quanto a cafeína;
- Exercite-se regularmente, mas não perto da hora de dormir. Atividade física regular é essencial para quem sofre de ansiedade e ajuda a dormir melhor. No entanto, a prática de exercícios vigorosos à noite pode atrapalhar o sono;
- Estabeleça uma rotina para seu horário de dormir e de despertar. O relógio biológico responde melhor se habituado a horários regulares. Mesmo nos finais de semana, tente manter o esquema estabelecido para os dias úteis;
- Procure relaxar antes de ir para cama. Ouça música, leia um pouco, converse, assista a um filme. Lembre-se de que, depois de uma noite de sono reparador, as soluções para os problemas podem fluir melhor. Se nada disso resolver, vale a pena buscar ajuda profissional;
- Use técnicas de relaxamento. Progressivamente contraia e relaxe todos os músculos do corpo, começando pelos dedos dos pés e terminando na face. Massageie suavemente o couro cabeludo. Tente visualizar uma cena ou paisagem que lhe traga satisfação;
- Tome um banho morno. Deixe a água escorrer pelo corpo durante algum tempo, pois isso ajuda a relaxar os músculos tensos;
- Tome um copo de leite morno. O leite contém o aminoácido triptofano, que relaxa os músculos e induz o sono;
- Experimente ingerir chás à base de ervas como camomila, erva-doce, erva-cidreira, etc. Eles têm sido usados há séculos por pessoas que garantem sua ação relaxante;
- Certifique-se de que não há claridade no quarto e a temperatura é agradável. Mesmo pouca luz pode atrapalhar o sono de algumas pessoas.
- Use protetores nos ouvidos, se o barulho incomoda e não há como eliminá-lo;
- Escolha o colchão adequado para seu peso e altura. Colchões muito macios ou muito duros são contra-indicados;
- Reserve a cama somente para dormir e para relações íntimas. Evite ler, ver TV, trabalhar e conversar no quarto;
- Levante-se, se não conseguiu dormir depois de trinta minutos deitado. Ficar na cama acordado pode aumentar a ansiedade, a irritação e, conseqüentemente, a insônia. Procure distrair-se com alguma atividade tranquila e depois, mais cansado, volte para a cama e tente dormir. Repita o esquema, se necessário. Usando essa técnica, muitas pessoas conseguem reverter o processo.




Escrito por: Michelle Melo
Graduanda em Enfermagem (UFMG)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

      


        Transtorno bipolar: a vida na montanha russa


Primeiro a angústia, o desânimo, a falta de vontade de se levantar da cama. Depois, vêm a animação, extrema autoconfiança, sensação de poder, vontade de fazer mil coisas ao mesmo tempo. A primeira impressão é que essas sensações são de duas pessoas, uma depressiva, outra eufórica.

            Tipos:

Tipos de transtorno bipolar:
  • Transtorno bipolar tipo 1: pacientes apresentam pelo menos um episódio maníaco e períodos de depressão profunda. Antigamente, o transtorno bipolar do tipo 1 era chamado de depressão maníaca
  • Transtorno bipolar tipo 2: pacientes nunca apresentaram episódios maníacos completos. Em vez disso, elas apresentam períodos de níveis elevados de energia e impulsividade que não são tão intensos como os da mania (chamado de hipomania). Esses episódios se alternam com episódios de depressão.

  • Uma forma leve de transtorno bipolar chamada ciclotimia envolve oscilações de humor menos graves. Pessoas com essa forma alternam entre hipomania e depressão leve. As pessoas com transtorno bipolar do tipo II ou ciclotimia podem ser diagnosticadas incorretamente como tendo apenas depressão.                                                                                                                                                                                                                                                                                                

         Causas:

A causa exata do transtorno bipolar ainda é desconhecida, mas a ciência acredita que diversos fatores possam estar envolvidos nas oscilações de humor provocadas pela doença, como:
  • Peculiaridades biológicas: pessoas com transtorno bipolar parecem apresentar diferenças físicas em seus cérebros, o que pode levar os cientistas a descobrirem as causas exatas da doença
  • Neurotransmissores: um desequilíbrio entre os neurotransmissores parece ser um importante fator nas causas do transtorno bipolar
  • Hormônios: desequilíbrio hormonal também está entre as possíveis causas
  • Hereditariedade: pessoas que tenham parentes com histórico de transtorno bipolar são mais suscetíveis à doença, o que leva muitos cientistas a acreditarem que a genética possa estar envolvida nas causas da doença
  • Meio ambiente: fatores exógenos, como estresse, abuso sexual e outras experiências traumáticas (como a morte de algum ente querido), também podem estar relacionadas ao desenvolvimento do transtorno bipolar.

      Sintomas de Transtorno bipolar:

Os sintomas de transtorno bipolar depende do tipo exato da doença e costumam variar de pessoa para pessoa. Para alguns, os picos de depressão são os que causam os maiores problemas. Para outros, a preocupação é maior durante os picos de mania. Pode acontecer, também, de sintomas de depressão e hipomania acontecerem ao mesmo tempo. Confira os principais sinais do transtorno bipolar:

       Fase maníaca:

  • Distrair se facilmente
  • Redução da necessidade de sono
  • Capacidade de discernimento diminuída
  • Pouco controle do temperamento
  • Compulsão alimentar, beber demais e/ou uso excessivo de drogas
  • Manter relações sexuais com muitos parceiros
  • Gastos excessivos
  • Hiperatividade
  • Aumento de energia
  • Pensamentos acelerados que se atropelam
  • Fala em excesso
  • Autoestima muito alta (ilusão sobre si mesmo ou habilidades)
  • Grande envolvimento em atividades
  • Grande agitação ou irritação.

          Fase depressiva:

  • Desânimo diário ou tristeza
  • Dificuldade de se concentrar, de lembrar ou de tomar decisões
  • Perda de peso e perda de apetite
  • Comer excessivamente e ganho de peso
  • Fadiga ou falta de energia
  • Sentir-se inútil, sem esperança ou culpado
  • Perda de interesse nas atividades que antes eram prazerosas
  • Baixa autoestima
  • Pensamentos sobre morte e suicídio
  • Problemas para dormir ou excesso de sono
  • Afastamento dos amigos ou das atividades que antes eram prazerosas.
O risco de tentativas de suicídio em pessoas com transtorno bipolar é grande. Os pacientes podem abusar do álcool ou de outras substâncias, piorando os sintomas.

      Tratamento de Transtorno bipolar:

O tratamento para transtorno bipolar costuma durar por muito tempo, até mesmo anos. Ele costuma ser feito por diversos especialistas de várias áreas – como psicólogos, psiquiatras e neurologistas. A equipe médica, primeiramente, tenta descobrir quais são os possíveis desencadeadores da alteração de humor. Também podem ser investigados os problemas médicos ou emocionais que influenciam no tratamento.
Confira algumas formas comuns de tratamento do transtorno bipolar:
  • Hospitalização, caso o paciente tenha comportamento perigosos, que ameace a própria vida e a de outras pessoas
  • Uso diário de medicamentos para controle das alterações de humor costuma ser uma prática bastante indicada no início do tratamento
  • Quando os sintomas já estão controlados, o tratamento avança e o foco passa a ser manter as alterações de humor do paciente estáveis
  • Se o caso do paciente for de dependência física ou psíquica de substâncias como álcool, drogas ou cigarro, o tratamento também deverá também reabilitar o paciente desses vícios.
Mas atenção: os períodos de depressão e mania voltam a ocorrer na maioria dos pacientes, mesmo sob tratamento. Os principais objetivos da terapia para transtorno bipolar são:
  • Evitar a alternância entre as fases
  • Evitar a necessidade de hospitalização
  • Ajudar o paciente a agir da melhor maneira possível entre os episódios
  • Impedir comportamento autodestrutivo e suicídio
  • Reduzir a gravidade e a frequência dos episódios.

          Convivendo/ Prognóstico:

O paciente com transtorno bipolar provavelmente vai precisar fazer muitas mudanças de estilo de vida para parar com as oscilações de comportamento. Aqui estão algumas medidas que devem ser tomadas e que ajudarão a acelerar a recuperação e tornarão o prognóstico mais tolerável:
Largue vícios
-Relacione-se com pessoas positivas
-Faça exercícios físicos regularmente
-Durma bem 
O transtorno bipolar trata-se de uma doença séria que requer cuidados médicos, e um tratamento adequado, se isso não for feito corretamente as complicações podem ser graves, podendo acarretar o suicídio do indivíduo doente.

Faça o teste para avaliar o transtorno bipolar:

http://www.galenoalvarenga.com.br/testes-psicologicos/teste-psicologico-para-avaliar-transtorno-bipolar

Dependendo do resultado consulte um médico !!!


Escrito por: Michelle Melo
Graduanda em Enfermagem (UFMG)



terça-feira, 15 de dezembro de 2015

                    Qual seu nível de estresse? Faça o teste!!! 

               Saiba tudo sobre o estresse, quais as causas, quais os sintomas, o tratamento e as consequências. 


               Faça o teste para saber seu nível de estresse:



                    Sinais:

                   Ninguém adoece, devido ao estresse, de um dia para o outro . E o próprio corpo avisa que as coisas não vão bem, basta prestar atenção. Confira alguns sinais que podem indicar estresse:
  • - sensação de desgaste constante
  • - alteração de sono (dormir demais ou pouco)
  • - tensão muscular
  • - formigamento (na face ou nas mãos, por exemplo)
  • - problemas de pele
  • - hipertensão
  • - mudança de apetite
  • - alterações de humor
  • - perda de interesse pelas coisas
  • - problemas de atenção, concentração e memória
  • - ansiedade
  • - depressão

  • Causas:

  • Os chamados estressores podem ser:
    • internos: da própria pessoa, ligados a características de personalidade, como perfeccionismo, pressa, querer fazer tudo ao mesmo tempo.
    • externos: do ambiente. Mudanças em geral, até mesmo as positivas, desencadeiam estresse – porque exigem uma adaptação. Assim, são grandes fatores estressantes externos, por exemplo: o nascimento de um filho, mudanças profissionais (troca de emprego, promoção, demissão), aposentadoria, mudança de casa, divórcio, doença ou morte de pessoas queridas. Mas há também os pequenos, como o trânsito, que pode acabar tendo um peso importante para muitas pessoas.
    • Como evitar e tratar:

      Algumas atitudes simples podem evitar ou amenizar o estresse:
      • - dormir direito
      • - cuidar da saúde
      • - alimentar-se de forma saudável
      • - fazer atividades físicas
      • - proporcionar-se momentos de prazer
      • - refletir sobre a maneira de lidar com as situações e buscar mudanças
      Três procedimentos ajudam a tratar o estresse:
      • - identificar os estressores
      • - aumentar a resistência pessoal a ele
      • - quando for possível, eliminá-lo
      Quão estressante é um fator depende sempre do fator em si e da forma que a pessoa lida com ele. É bom lembrar que estresse todo mundo tem, mas até certo ponto. No dia-a-dia, situações diversas apresentam-se para as pessoas, que se adaptam a elas. 
    • O que pode causar??

    • Problemas de saúde que podem surgir em função do estresse. Alguns deles são: alergias, transtorno de pânico, infecções causadas por baixa imunidade, depressãoasma, bronquite, contração muscular crônica, enxaqueca, gastrite, obesidade e alguns tipos de câncer. 
    • Você sabia???

    • O alto índice de estresse pode causar a Síndrome de Burnout:

    • Caracterizada por ser o ponto máximo do estresse profissional, pode ser encontrada em qualquer profissão, mas em especial nos trabalhos em que há impacto direto na vida de outras pessoas. É o que acontece, por exemplo, com profissionais da saúde em geral, jornalistas, advogados, professores e até mesmo voluntários.
      O termo burnout significa que o desgaste emocional danifica os aspectos físicos e emocionais da pessoa, pois, traduzindo do inglês, burn quer dizer queima e out exterior. Embora já se venha falando sobre o assunto há décadas, no Brasil as discussões em torno da síndrome tornaram-se mais fortes nos últimos anos.


    • Escrito por: Michelle Melo
    • Graduanda em Enfermagem (UFMG)